O Grupo Editorial Record está cheio de novidades para esse mês de
junho. Vamos conferir os lançamentos?
RECORD
Sr. Daniels (Brittainy C. Cherry)
Um amor
proibido no melhor estilo de Romeu e Julieta.
Depois
de perder a irmã gêmea para a leucemia, Ashlyn Jennings é enviada pela mãe
descompensada para a casa do pai, com quem mal conviveu até então. Devastada,
Ashlyn viaja de trem para Edgewood carregando poucos pertences, muitas
lembranças e uma caixa misteriosa deixada pela irmã. Na estação, Ashlyn conhece
o músico Daniel, um rapaz lindo e gentil. A atração é imediata, e, depois de um
encontro romântico, os dois descobrem que compartilham não só o amor pela
música e por William Shakespeare, mas também a dor provocada por perdas
irreparáveis. O único problema é que, quando Ashlyn começa o ano letivo na
escola onde o pai é diretor, descobre que Daniel é o Sr. Daniels, seu professor
de inglês, com quem não pode de jeito algum ter um relacionamento amoroso.
Desorientados, os dois precisam manter seu amor em segredo, e são forçados a se
ver como dois desconhecidos na escola. E, como se isso já não fosse difícil o
bastante, ainda precisam tentar de todas as formas superar problemas do passado
e sobreviver a alguns conflitos inesperados e dramáticos que a vida apresenta –
e que poderiam separá-los para sempre.
O assassinato de Margaret Thatcher (Hilary Mantel)
Da
mesma autora de Wolf Hall e O livro de Henrique.
Uma das
escritoras mais aclamadas, talentosas e premiadas de sua geração, Hilary Mantel
lança agora uma seleção de contos absolutamente poderosos.
Suas
principais marcas registradas estão presentes nas dez histórias que compõem
este livro: personagens com uma caracterização rica, pontos de vista aguçados,
ritmo e estilo de escrita fluidos e inteligentes.
Histórias
de expatriação e ruptura familiar, de infidelidade movida por vaidade e de
morte súbita com causas sinistras provocam no leitor um desconforto bem-vindo,
típico da marcante escrita de Hilary Mantel. Alcançando o nível mais profundo
da experiência humana, ela escreve de forma mordaz e sem rodeios sobre
casamento, diferenças de classe, família e sexo. Imprevisível, diversificado e,
em determinadas passagens, até mesmo chocante, O assassinato de Margaret
Thatcher reitera a habilidade magnífica de uma escritora no auge de sua
capacidade criativa.












